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Que Ração escolher?

Todos os donos responsáveis se deparam com o mesmo problema quando se dirigem pela primeira vez a uma loja de animais e se vêem confrontados com dezenas de rações diferentes: “e agora, qual será a melhor para o meu cão?”

Na verdade, a resposta a esta pergunta não é imediata, mas há algumas pistas que se poderão seguir de modo a escolher o melhor possível.
Exclui-se qualquer tipo de comida gelatinosa já que esta contém substâncias açucaradas para prevenir o aparecimento de fungos, para além de conservantes altamente cancerígenos. Para piorar o cenário, este tipo de alimento é viciante. Ou seja, um cão depois de o comer irá recusar a ração. Não é garantido que a melhor ração para um determinado cão o seja para um outro, já que cada caso é um caso, mas há certas linhas gerais que poderão ser seguidas de modo a que haja um encaminhamento no melhor sentido.
O primeiro ponto a salientar é que se deve dar sempre primazia aos ingredientes em detrimento da composição, já que ingredientes de boa qualidade darão obrigatoriamente uma boa análise química. O rótulo deve ser claro e sem ambiguidades. Isto é, se aparecer uma denominação como “produto de ovo” nunca saberemos se se está a falar de ovos frescos ou ovos podres. O mais provável é tratar-se desta última situação.
1 As fontes de proteína animal
Este deve ser sempre o ingrediente a figurar em primeiro lugar no rótulo de uma boa ração. Significa que é o ingrediente presente em maior quantidade. Pode aparecer carne de vaca, borrego ou mais frequentemente de galinha. O borrego torna-se mais recomendável quando o cão a alimentar é propício a desenvolver alergias.
Neste aspecto há que ter atenção se a percentagem apresentada se refere à carne desidratada ou não, caso em que cerca de 60% desse peso será água. Isto significa que este ingrediente em vez de primeiro passa para terceiro ou quarto.
Uma outra coisa a ter em conta é se os ingredientes seguintes não são todos derivados do mesmo. Por exemplo, gérmen de trigo, farinha de trigo,…. O trigo passa assim a 1º ingrediente.
2 O arroz
Idealmente, este deveria ser o único cereal encontrado numa ração, já que é o único que o aparelho digestivo canino consegue digerir. De qualquer modo, uma ração que tenha como primeiro ingrediente uma proteína animal e como segundo o arroz, será uma boa candidata a uma ração de qualidade.
3 O milho
O milho, embora inferior ao arroz, é o cereal menos mau entre todos os outros. Consegue ser digerido uma vez que sofre um pré-processamento de modo a tornar os seus nutrientes acessíveis. É utilizado geralmente por se tratar de uma fonte de proteínas barata e por essa razão, uma boa ração terá que complementar a sua utilização com outras fontes proteicas de valor nutritivo superior, uma vez que o milho não contém todos os aminoácidos necessários.
No caso de cães com problemas comportamentais de agressividade, as rações baseadas em milho devem ser de todo evitadas.
4 Ingredientes a evitar
Estes incluem todos os ingredientes que a partir do momento que se encontrem num rótulo, essa ração deve ser liminarmente rejeitada.
O pior e mais assustador de todos são os sub-produtos animais, pois pode conter em si animais eutanasiados ou apanhados nas estradas mortos, para já não falar de penas ou bicos, sem qualquer valor nutritivo.
Relativamente aos cereais devem ser excluídos todos os que não foram referidos anteriormente, tais como o trigo ou a soja, sendo esta última de todo indesejável.
Devem evitar-se ainda os aditivos, que não servem para mais do que atrair os donos menos prevenidos. Os corantes são o caso mais gritante de algo que só é prejudicial mas que está presente para que o dono ache que está a dar cenoura e verdura porque a ração tem croquetes laranja e verdes. Qualquer aditivo será muito específico para cada cão e por isso deve ser adicionados em casa, já que o que é benéfico para uns, noutros poderá inclusive provocar alergias. São exemplo de aditivos a glucasamina, a iúca, probióticos ou óleos.

Em jeito de conclusão, é necessário não olvidar que numa ração, seja ela qual for, nunca haverá certezas quanto aos ingredientes presentes e a qualidade dos mesmos, mas sendo que a preparação de refeições caseiras exige grandes conhecimentos sobre nutrição canina, para além de uma grande disponibilidade de tempo, a ração torna-se na solução mais fácil e prática. Resta escolher o melhor possível entre as que oferecem maior confiança, e para isso é necessário ler os rótulos com espírito crítico. Uma coisa é certa: uma ração barata não será em nenhum caso uma ração de qualidade.

O Labrador dos nossos dias


Como podem ter apreciado, a primeira grande utilização do Labrador foi na pesca e caça, mas hoje em dia as suas funções são das mais diversificadas possíveis graças ao seu excelente carácter e inteligência. A maior utilização actual é como cão de companhia, pois é um animal muito afectuoso, sempre pronto a servir o seu dono e que adora crianças, conseguindo toneladas de paciência para suportar as diabruras dos mais pequenos sem nunca manifestar qualquer sinal de agressividade. Além de ser um excelente cão de estimação, o Labrador continua a ser bastante útil a sociedade moderna, continuando a cumprir suas tarefas na caça como também para assistência a deficientes visuais e não só, também são utilizados pela polícia para detectar droga ou explosivos e igualmente utilizados como cão de busca em escombros e salvamento em água. Como podem ver tarefas não faltam aos nossos amigos!

Alguns Conselhos

O Labrador é um cão que se adapta a quase todo o tipo de lugar e condições, pode perfeitamente viver num apartamento na cidade, mas não dispensa os seus passeios diários, como qualquer cão. Em casa torna-se num cão pachorrento mas no fundo está sempre pronto para a brincadeira.

A sua manutenção é muito simples, basta uma escovadela semanal e um banho de longe a longe, pois a sua pelagem dupla e impermeável ajudam-no a mantê-la limpa.

É um cão excelente para principiantes, pois tem uma capacidade de aprendizagem muito rápida e fácil. Não gosta muito de estar sozinho, por isso não se esqueça de o compensar sempre que estiver com ele. O seu maior defeito é ser bastante guloso, e por isso tem tendência a engordar, portanto tenha cuidado com a sua alimentação, não se deixe enganar com o seu olhar de piedoso e esfomeado. De preferência dê-lhe uma boa ração ”Premium” (sobretudo no primeiro ano de crescimento) e será o suficiente para que se mantenha um cão forte e saudável de pêlo lustroso.

Da mesma forma, durante o período de crescimento, não o obrigue a esforços fora do normal como subir escadas e exercício em demasia, e acima de tudo cuidado com as brincadeiras em chãos escorregadios, pois estes factores tanto como uma ração deficiente podem ser causadoras do aparecimento de doenças como a displasia da anca e outras.

O Labrador e a água

LABRADORA água exerce um fascínio mágico em qualquer Labrador, ele não só gosta de chapinhar mas também nada fluentemente e bem. O movimento na água favorece a sua saúde e fortalece os músculos do esqueleto. Dê-lhe essa possibilidade, sempre que puder.
Ao princípio, vá com ele para a a´gua, nade ao pé dele e mostre-lhe claramente que se está a divertir. Mais tarde, em terra, atire para a água um brinquedo flutuante, uma bola de ténis, um pauzinho, etc., e diga «traz». Espere na margem que ele venha para terra, espere que ele se sente e tire-lhe então a presa.
Se o pêlo ficou sujo, lave o cão com um pano molhado e depois esfregue-o até ficar seco.
Não lave, de modo algum, o seu Labrador desnecessariamente - qualquer champô destrói a camada protectora natural do cabelo contra a humidade e sujidade - pode ficar quebradiço e sem brilho. Só é aconcelhável um banho (com um champô especial) no caso extremo. Ou por ordem do veerinário ou se tiverem entrado elementos nocivos no pêlo.
Mangueirada de água doce é do melhor e eles adoram.
Abraço

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